As rainhas do metal

Não dá pra falar muito, mas o mais importante no post é mostrar o quanto essas mulheres são lindas e talentosas, não importa a idade ou o tempo de carreira, elas conquistaram o mundo com suas vozes. Lembrando que esse não é um top 4, cada uma tem seu diferencial.

Simone Simons - Epica


Vamos combinar que a mina é uma gata e manda muito no vocal! Com 27 anos, Simone parece que vai explodir quando começa a cantar. Aos 15 ouviu a Tarja Turunen cantar com o Nightwish se apaixonou pelo rock lírico. Ao longo de 5 anos no Epica, lançou doze álbuns fonográficos, uma média de um álbum a cada cinco meses.


Tarja Turunen


Cantora lírica, pianista, compositora e linda. Começou sua carreira em 1996 com o Nightwish, e foi demitida em 2005. Mas a gata não parou por aí, e continuou sua carreira solo, o que pelo visto tem dado certo! Já foi indicada para 6 Emma Awards e em 2009 foi pré-nomeada para um Grammy.



Sharon den Adel - Within Temptation


É, a holandesa já estudou moda! Mas seu destino era encantar nossos ouvidos com sua voz maravilhosa. Fundou o Within Temptation ao lado de seu marido Robert, com quem é casada até hoje. Por acaso parece que essa mulher é quase quarentona? E que tem três filhos? Não, né!?



Cristina Scabbia - Lacuna Coil


Ela começou como backing vocal do Lacuna Coil até eles perceberem o potencial dela e resolveram gravar uma demo para ser enviado as gravadoras. E adivinha? A banda não conseguiu desgrudar do som masculino/feminino e a convidou para ser membro do grupo.



Acho que deu pra mostrar um pouquinho sobre cada uma, e principalmente mostrar que no metal também tem beldades.

Eterna infância



Quando se tem por perto, não quer mais largar, e quando longe a saudade consome. Anjos terrestres que nos protegem com sua alegria, demonstram paz com seu olhar, e no cair da noite ao recostar tão perto ao ponto de sentir as batidas do coração, aumentam a vontade de continuar a respirar.
Esses anjos que com mãos tão pequeninas acariciam nossos rostos, e que as vezes nos dão pancadas de realidade e piedade. Afinal, se olharmos para eles com bastante cautela perceberemos o valor que damos a banalidades, e esquecemos da real felicidade.
Nos preocupamos tanto com nossos problemas internos e desvalorizamos o amor que sentimos pelas pessoas. Desvalorizamos o amor que sentimos por essas pequenas pessoas, que tudo perdoam, tudo amam, e são tão intensas! E percebam, a intensidade de seus choros, de suas gargalhadas... é algo gracioso, belo de se ver! Melhor seria se sentíssemos ainda.
Não deixemos crescer nossa alma, que ela permaneça com a pureza de uma criança, a delicadeza e a intensidade. E que não digamos não ao amor, a felicidade, e a paz!
Transtorno algum deve ser capaz de acabar com um amor, transtorno algum deve ser capaz de acabar com um ou mais sorrisos.
Que a criança não esteja na idade, não seja algo que o tempo leve, a real beleza está por dentro, assim como a juventude. Que os laços sejam eternos e verdadeiros.
Todos nós merecemos carinho, amor e proteção.



 Dedicado aos meus anjos, e ao meu anjo, minha eterna criança Gabriel de Brito .

Falando sem falar

Entre escudos, vielas e parafina, assim me encontro na parte mais obscura das curvas do meu infinito mundo de imaginações grotescas. Defino-me uma pessoa que não consegue lidar com seus próprios sentimentos sozinha, e então sente a necessidade de manchar folhas com a tinta de uma caneta azul que encontrara no fundo da gaveta de uma antiga escrivaninha cercada por livros com cheiro de tempo. Uma pessoa que delira ao descrever detalhes de uma vida completamente conturbada.
Por perder tanto tempo me preocupando com o que sinto, já perdi as contas de quantas vezes perguntei a mim se realmente há tanta beleza em cometer delitos por amor, se há tanta indelicadeza ao dizer não com firmeza, se há tanta tristeza ao dizer adeus.
Quase sempre formamos com letras as palavras mais dolorosas do mundo, ou nem tanto. Talvez tenhamos que aprender a ouvi-las de uma melhor forma, o problema nem sempre está no que foi dito e sim no que se ouviu. Os detalhes nem sempre estão nas palavras que saem da boca, talvez nas palavras que o corpo diz sem ser preciso dizer palavra alguma.

Um amor de Mascote

Edward the Head mais conhecido como Eddie é o mascote da banda de heavy metal Iron Maiden que surgiu de uma ideia do cenógrafo Dave Beasly que costumava usar sucata, como aparelhos eletrodomésticos quebrados, partes da lataria de automóveis, chapas plásticas e metálicas, furadas e recortadas, lâmpadas,vidros, essas coisas que a gente acha que não serve pra nada. Um aluno de uma escola de arte criou uma cabeça enorme, e Dave a instalou sobre um suporte metálico fazendo com que ela parecesse viva, bombeando sangue através dos orifícios da carranca, e não importava o cenário, a cabeça sempre estava lá.


E os fãs da banda o apelidaram de Ed por causa dessa piada Inglesa: 


Eddie tinha nascido sem corpo, braços e pernas. Só tinha a cabeça. Mas tirando esse problema de nascimento seus pais o amavam muito. No seu décimo-sexto aniversário eles foram a um médico que lhes disse que poderia dar um corpo ao garoto. Os pais ficaram malucos com a novidade porque seu filho poderia finalmente ser uma pessoa normal. Eles voltaram para casa e falaram para Eddie: "Nós temos uma surpresa para você. É o melhor presente do mundo!" ao que Eddie diz: "Ah não, outro boné!".

Derek Riggs criou a aparência de Ed no single "Runnig Free" como um zumbi maligno (porém fofo pra mim) e bem fino. Ed fez um sucesso enorme com sua aparência e ganhou a capa do primeiro disco da banda. Isso que é moral, Eddie! A partir daí esse gatinho lindo ganhou o título de mascote da banda, e após algum tempinho foi adotado como também mascote da Torcida Organizada Brasileira Força Jovem Vasco e a banda aprovou.

Aí vão algumas clássicas capas onde Eddie deu seu ar da "graça":












Difícil foi ter que escolher as capas porque são muitas! Espero que tenham gostado!



Blusa azul e cinzas de cigarro


O que há de melhor na vida está em acordar e dormir ao lado de quem eu amo. Está no cheiro da sua roupa amassada dos meus abraços enquanto te acordo ao amanhecer. E enquanto abre os olhos eu reparo em como seus pulmões enchem para me presentear com um sorriso, como sua voz amanhece rouca.
É tão bom amar quem admiramos e respeitamos. Amor bom, amor saudável, aquele em que as brigas são só um passatempo, uma desculpa pra pedir desculpa e dizer que ama cada vez mais. Não é como cinzas de cigarro deixadas no cinzeiro de prata, o amor é feito oxigênio, é um porre de vinho.

E aquela sua blusa azul que eu uso quando você não está aqui, é só pra sentir seu cheiro e pra saber como é acordar com sua roupa amassada sem ela estar em seu corpo.
Viver e amar não é decorar o número de telefone, sobrenome, nome da mãe, é não precisar saber de nada pra saber que ama. É olhar pro horizonte e pensar em estar junto, é estar junto enquanto olha pro nada pensando no horizonte de possibilidades que teremos. É acordar com a roupa amassada, duas faces grudadas, um entrelaço e entender sem perguntar o quanto é bom esse momento.