Falando sem falar

Entre escudos, vielas e parafina, assim me encontro na parte mais obscura das curvas do meu infinito mundo de imaginações grotescas. Defino-me uma pessoa que não consegue lidar com seus próprios sentimentos sozinha, e então sente a necessidade de manchar folhas com a tinta de uma caneta azul que encontrara no fundo da gaveta de uma antiga escrivaninha cercada por livros com cheiro de tempo. Uma pessoa que delira ao descrever detalhes de uma vida completamente conturbada.
Por perder tanto tempo me preocupando com o que sinto, já perdi as contas de quantas vezes perguntei a mim se realmente há tanta beleza em cometer delitos por amor, se há tanta indelicadeza ao dizer não com firmeza, se há tanta tristeza ao dizer adeus.
Quase sempre formamos com letras as palavras mais dolorosas do mundo, ou nem tanto. Talvez tenhamos que aprender a ouvi-las de uma melhor forma, o problema nem sempre está no que foi dito e sim no que se ouviu. Os detalhes nem sempre estão nas palavras que saem da boca, talvez nas palavras que o corpo diz sem ser preciso dizer palavra alguma.

Um amor de Mascote

Edward the Head mais conhecido como Eddie é o mascote da banda de heavy metal Iron Maiden que surgiu de uma ideia do cenógrafo Dave Beasly que costumava usar sucata, como aparelhos eletrodomésticos quebrados, partes da lataria de automóveis, chapas plásticas e metálicas, furadas e recortadas, lâmpadas,vidros, essas coisas que a gente acha que não serve pra nada. Um aluno de uma escola de arte criou uma cabeça enorme, e Dave a instalou sobre um suporte metálico fazendo com que ela parecesse viva, bombeando sangue através dos orifícios da carranca, e não importava o cenário, a cabeça sempre estava lá.


E os fãs da banda o apelidaram de Ed por causa dessa piada Inglesa: 


Eddie tinha nascido sem corpo, braços e pernas. Só tinha a cabeça. Mas tirando esse problema de nascimento seus pais o amavam muito. No seu décimo-sexto aniversário eles foram a um médico que lhes disse que poderia dar um corpo ao garoto. Os pais ficaram malucos com a novidade porque seu filho poderia finalmente ser uma pessoa normal. Eles voltaram para casa e falaram para Eddie: "Nós temos uma surpresa para você. É o melhor presente do mundo!" ao que Eddie diz: "Ah não, outro boné!".

Derek Riggs criou a aparência de Ed no single "Runnig Free" como um zumbi maligno (porém fofo pra mim) e bem fino. Ed fez um sucesso enorme com sua aparência e ganhou a capa do primeiro disco da banda. Isso que é moral, Eddie! A partir daí esse gatinho lindo ganhou o título de mascote da banda, e após algum tempinho foi adotado como também mascote da Torcida Organizada Brasileira Força Jovem Vasco e a banda aprovou.

Aí vão algumas clássicas capas onde Eddie deu seu ar da "graça":












Difícil foi ter que escolher as capas porque são muitas! Espero que tenham gostado!



Blusa azul e cinzas de cigarro


O que há de melhor na vida está em acordar e dormir ao lado de quem eu amo. Está no cheiro da sua roupa amassada dos meus abraços enquanto te acordo ao amanhecer. E enquanto abre os olhos eu reparo em como seus pulmões enchem para me presentear com um sorriso, como sua voz amanhece rouca.
É tão bom amar quem admiramos e respeitamos. Amor bom, amor saudável, aquele em que as brigas são só um passatempo, uma desculpa pra pedir desculpa e dizer que ama cada vez mais. Não é como cinzas de cigarro deixadas no cinzeiro de prata, o amor é feito oxigênio, é um porre de vinho.

E aquela sua blusa azul que eu uso quando você não está aqui, é só pra sentir seu cheiro e pra saber como é acordar com sua roupa amassada sem ela estar em seu corpo.
Viver e amar não é decorar o número de telefone, sobrenome, nome da mãe, é não precisar saber de nada pra saber que ama. É olhar pro horizonte e pensar em estar junto, é estar junto enquanto olha pro nada pensando no horizonte de possibilidades que teremos. É acordar com a roupa amassada, duas faces grudadas, um entrelaço e entender sem perguntar o quanto é bom esse momento.

O retorno de Lestat du Lioncort



Muitas pessoas já devem ter ouvido falar sobre a volta desse Ser das Trevas que conquistou o coração de muitas mulheres por seu jeito inusitado de "atrair" suas vítimas, porém algumas não sabem ao certo quem é esse vampiro tão cobiçado.
Lestat de Lioncourt é um personagem fictício que aparece em vários dos romances de Anne Rice, incluindo O Vampiro Lestat. Ele é o principal personagem, na maioria das Crônicas Vampirescas (Vampire Chronicles) onde o mesmo é narrado em primeira pessoa.
É o sétimo filho do marquês d'Auvergne e nasceu em 1760, em Auvergne, França, em um castelo pertencente a seus antepassados. Apesar da sua aparente nobreza ele cresceu em uma pobreza relativa; seus antepassados esbanjaram as riquezas da família delapidando assim a fortuna familiar. Como o mais novo filho da família, Lestat ascendia a nada herdar. Sua relação com seu pai e irmãos eram tensas devido a diferenças irreconciliáveis.
Lestat é transformado em Vampiro por Magnus, que deprimido, comete suicídio atirando-se de uma pira, deixando-o sem qualquer tipo de orientação.
No espaço de apenas alguns séculos, Lestat torna-se um dos mais poderosos vampiros, apenas perdendo para os mais antigos aqueles cuja idade se perdia nos milênios. Isto é, em parte, porque o sangue que ele recebeu de Magnus, era o de um desses antigos, que era incrivelmente poderoso, e por ele ter tido um relacionamento com a rainha dos vampiros, Akasha.




Ainda não existem muitas fontes concretas sobre o assunto, sabe-se apenas que a Imagine Entertainment de Ron Howard comprou a licença do livro em parceria com o fundo indiano Reliance Big Entertainment. Lee Patterson está cuidando do roteiro. Alex Kurtzman e Roberto Orci estão entre os produtores.


O filme será baseado no livro A História do Ladrão de Corpos, na trama, deprimido e solitário depois de séculos como vampiro, Lestat decide visitar um médium para trocar de alma por um dia. Depois da troca de corpos, porém, o médium revela que não pretende devolver o corpo de Lestat. Resta ao vampiro, agora no corpo frágil de um mortal, perseguir o médium e conseguir sua imortalidade vampírica de volta.

Sucesso com apenas uma música

Estava procurando algumas músicas, e percebi alguns antigos cantores que fizeram bastante sucesso com apenas uma música, algumas que marcaram e continuam sendo tocadas até hoje. Resolvi então, criar o meu top five. Lembrando que estou me referindo à músicas de sucesso, os cantores e bandas citadas cantaram e criaram outras músicas.

Extreme - More than words


Joan Osborne - One of Us


The Calling - Wherever you will go


Right said Fred - I'm too sexy


Vanilla Ice - Ice ice baby


Espero que tenham gostado e se identificado, tenho certeza que alguma ou algumas dessas músicas já fizeram parte da trilha sonora da sua vida, ou do seu mp3, cd, fita, disco...